Metade das emissões de gases de efeito estufa do Brasil vem da pecuária
POR JAIME GESISKY
Estudo elaborado por 10 cientistas brasileiros revela que as emissões de gases estufa da pecuária bovina no período entre 2003 e 2008 para os biomas Amazônia e Cerrado variam entre pelo menos 813 milhões de toneladas de CO2-equivalente (CO2e) em 2008 (menor valor) e pelo menos 1,090 Gigatonelada de CO2e em 2003 (maior valor).
A equivalência leva em conta o potencial de aquecimento global dos gases de efeito estufa e calcula o quanto de CO2 seria emitido se todos os gases fossem esse gás.
A emissão total associada à pecuária da Amazônia varia entre 499 e 775 milhões de toneladas de CO2e, e do Cerrado, entre 229 e 231 milhões de toneladas de CO2e. No resto do país, as emissões do setor variam entre 84 e 87 milhões de toneladas de CO2e. Em termos gerais, os números representam praticamente a metade das emissões de gases de efeito estufa no Brasil.
O estudo foi realizado sob a coordenação de Mercedes Bustamante (UnB), Carlos Nobre (INPE) e Roberto Smeraldi (Amigos da Terra – Amazônia Brasileira) e com a participação de Alexandre de Siqueira Pinto (UnB), Ana Paula Dutra de Aguiar (INPE), Jean P.H. Ometto (INPE), Karla Longo (INPE), Laerte Guimarães Ferreira (UFG), Luís Gustavo Barioni (EMBRAPA), Peter May (Amigos da Terra – Amazônia Brasileira).
De acordo com o estudo –a ser lançado na Conferência do Clima em Copenhague no próximo dia 12–, a maior contribuição às emissões da pecuária se deve ao desmatamento para formação de novas pastagens na Amazônia, que atinge em média 3/4 do total do desmatamento neste bioma. No Cerrado, os pesquisadores detectaram que cerca de 56% do desmatamento no período resultaram também em implantação de novas pastagens.
Os pesquisadores analisaram as três fontes principais de emissão: desmatamento para formação de pastagem e queimadas subsequentes da vegetação derrubada; queimadas de pastagem e fermentação entérica do gado. O estudo, porém, não considera emissões de solos de pastagens degradadas, da produção da ração de grãos usada no confinamento, do transporte do gado e da carne, e das unidades industriais dos frigoríficos, o que torna os valores “conservadores”, dizem os cientistas.
Também não foi considerado o desmatamento para formação de pastagens em outros biomas além de Amazônia e Cerrado. Já nos casos das emissões das queimadas de pastagem e da fermentação entérica foram contabilizados dados para todo país.
As conclusões do estudo também apontam para o potencial de redução de emissões de gases estufa oferecido pela pecuária no Brasil. O fato de quase a metade das emissões totais brasileiras de gases de efeito estufa se concentrar em um único setor constitui a mais importante oportunidade de mitigação brasileira.
- A agropecuária está no centro das mudanças ambientais globais tanto por sua contribuição para as emissões como pelo fato de que uma das formas mais significativas de como a mudança climática global afetará a economia é através de seus efeitos na agricultura - avalia Mercedes Bustamante (UNB), coordenadora da pesquisa.
Para ela, a redução dos impactos ambientais com melhoria da provisão de serviços (positivos) e bens demandará a coordenação de políticas agrícolas e ambientais e o incentivo à geração de conhecimento e ao uso de tecnologias adequadas.
Governo e sociedade
O estudo oferece uma série de recomendações de políticas de mitigação que podem ser implementadas por gestores públicos e privados. A maioria dessas políticas oferece oportunidades para atingir benefícios sociais, econômicos e ambientais complementares e adicionais aos da mitigação da mudança climática.
- O Brasil deve caminhar para uma agricultura integrada ao ambiente tropical, científica e tecnológica, que, ao mesmo tempo em que aumenta sua eficiência, diminui seu impacto ambiental, inclusive quanto às emissões - sugere o climatologista Carlos Nobre (INPE), que também coordenou a pesquisa.
Segundo Nobre, as opções de mitigação decorrentes do setor são significativas e “não implicam o corte na produção atual” e ainda podem ser compatíveis com um aumento moderado da produção. As fontes da mitigação incluem a redução do desmatamento, a eliminação do fogo no manejo de pastagens, recuperação de pastagens e solos degradados, a regeneração da floresta secundária, a redução da fermentação entérica, integração lavoura-pecuária, entre outros.
O estudo lembra que um grande desafio para as políticas públicas relaciona-se à redução da expectativa de impunidade nas práticas de ocupação de terras da União, bem como nos crimes e nas infrações ambientais: a falta de implementação nas políticas de comando e controle nestas áreas desfavorece investimentos em recuperação de terras degradadas, reflorestamento associado à intensificação e criação de manejo sustentável de pastagens em longo-prazo nas unidades de produção existentes. Há uma relação clara entre essa impunidade, a especulação fundiária desenfreada e a degradação das florestas, especialmente na Amazônia, destaca a pesquisa.
Em nível internacional, torna-se claro que o estabelecimento de uma abordagem ampla, sustentável e de longo prazo do tipo REDD (Plus) – incluindo todas as formas de carbono florestal, desmatamento evitado, conservação dos estoques florestais e regeneração da vegetação nativa e de pastagens – poderia favorecer expressivamente a transição necessária para um setor pecuário de baixo carbono no Brasil (e em outros países).
Emissão por produto custa mais que produto em si
Conforme o estudo, a criação de capacidade industrial (grandes frigoríficos) deve ser vinculada a zoneamento adequado, com base em critérios territoriais e biofísicos, uma vez que ela foi o principal motor para a expansão descontrolada e sem precedentes da atividade pecuária, na parte central da década atual. Na opinião dos cientistas, esta é uma função crítica do governo, não apenas porque o zoneamento requer intervenção regulatória, mas também porque a maioria dos financiamentos para este segmento vem de bancos de desenvolvimento estatais.
Medidas para aumentar a organização e a transparência dentro da cadeia de comércio facilitariam a adoção de remuneração seletiva, essencial para estimular e premiar os investimentos por parte dos criadores. Além disso, o papel do varejo é fundamental, pois é o segmento onde a maior parte do valor é agregado. Por isso, a adoção de políticas mais sustentáveis de compra e fornecimento pode ter impacto significativo sobre a cadeia produtiva.
No entanto, o estudo considera que é importante que as políticas de fornecimento sejam baseadas em critérios transparentes e que contemplem devidamente o objetivo de melhorar o balanço de GEE dos produtos, em vez de meros critérios negativos de exclusão, como simples listas negras. Além disso, políticas de fornecimento deveriam ser apoiadas por efetiva rastreabilidade, assim como por sistemas de verificação ou certificação independente por terceiros.
- Com base no estudo, constatamos que o custo das emissões de carbono por unidade de produto supera o próprio custo do produto no atacado - avalia Roberto Smeraldi, da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, co-autor do estudo.
Segundo Smeraldi, a sustentabilidade econômica da indústria da carne requer drástica queda em carbono-intensividade, e as recomendações do estudo mostram que isso seria perfeitamente possível.
♦ Jaime Gesisky é jornalista

Não se preocupem, eu já falei para os bifes que vcs comem pararem de peidar, já que a carne que esportamos, por ser para esportação não peida né, estas são mais chiques.
Parem de botar culpa nos animais da poluição que vc causa!!!! aquele saquinho plastico que vc leva 1 kg de bife pra casa polui mais que 10 vacas de 500kg peidando o dia inteiro!!!
Comentário por André — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 1:48 pm
Dá Lutfal pros bichinhos, Joesley!
Comentário por Ryan — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:30 pm
Daqui a pouco irá surgir um Zé Roela dizendo que temos que acabar com o gado…
Rafael
Comentário por Rafael — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:30 pm
Pode ter certeza que não é apenas isso naum, tem um colega de trabalho meu que é mais poluente que tudo isso ai junto, ele alem de peidar muito, peida fididooooooooooo.
Comentário por Jorge — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:30 pm
O homem é assim mesmo, não assume nada. A culpa é dos bois, da cueca da meia…..
Comentário por Eduardo Naves — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:30 pm
Então á tudo certo. Vamos salvar o mundo do efeito estufa comendo areia. Nem árvore e capim podemos.
Comentário por CLAUDIO — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:31 pm
É falso acusar a agricultura e a pecuária de poluentes, pois os maiores focos de poluição pela ordem são:
(1) O óleo diesel da Petrobrás, utilizado no Brasil é de péssima qualidade. É o pio do mundo;
(2) Milhões de veículos rodando 24 horas / dia, e soltando fumaça pelos escapamentos, e o desgaste de milhões de pneus, cujo pó preto, permanece em suspensão na atmosfera;
(3) Falta de educação ambiental do cidadão que suja dramaticamente ruas e rios, e o poder público por não ter politica de educação ambiental. A publicidade dos governos de modo geral é só para promover o presidente + governadores e prefeitos.
Comentário por Antonio Thomaz — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:34 pm
Se este espaço todo é destinado à soja, porque não se faz o bife de soja e paremos com a carne…assim não se cria e não se mata mais tantas cabeças!
Comentário por Zoroastro — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:40 pm
A Manchete está errada: Não é a pecuária que produz emissões é o DEMATAMENTO.
A pecuária setor sofrido para o pequeno e médio produtor, e essencial para a sociedade - a pecuária leiteira - fica sendo a vilã sem dever.
O bom Jornalismo precisa se mais exato nas palavras, se não vale comprarmos.
Comentário por Zé Antônio — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:41 pm
Falou Antonio Thomaz!!!
Comentário por Zé Antônio — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:43 pm
Gente, vamos parar de fazer politicagem com o Brasil, estes cientistas se formaram aonde?, tenho certeza que não são Brasileiros, de hoje em diante todo o boi criado na Amazonia deverá conter um catalizador, há procurem algum politico que é provavel que tenha já um kit pronto para vender ao pecuarista, gente isso é uma vergonha e vergonha das grandes pior e nos admiradores do terra termos que ler estas inverdades, estas matérias pagas por algumas instituições sem fins lucrativos (ou com um só fim lucrativo ao bolso do mesmo)
Comentário por Leocir — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:43 pm
Sempre achei que o ar das fazendas de pecuária é mais poluido que da cidade de São Paulo e não é que os cientistas confirmaram isso. Para ter uma conclusão logicas dessa não precisa ser CIENTISTA.
Comentário por Samuel — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:43 pm
Não sabia que as vacas peidavam tanto!
Comentário por Şρąщп® — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:44 pm
Acordem! Aquecimento global é uma farsa!
Leiam
http://www.infowars.com
Comentário por AJ — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:45 pm
Vamos começar a reforma ambiental do Brasil, por São Paulo, recuperar o Tietê, eliminar as marginais e traca-las por matas siliares. Avenidas transformamos em bosques. Essa proposta é tão ridiculo quanto o título dessa materia, que ta mais sensacionalista que o Aqui e Agora.
Deixem a gente trabalhar em paz, dos agropecuaristas todos dependemos para nos alimentar. E falar de consciencia ambiental para quem mora em São Paulo, é piada!!!!
Comentário por Edson — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:46 pm
O estudo já começa com tendências para prejudicar a pecuária, pois colocaram a produção de CO2 e não acrescentam o seqüestro do CO2, sendo assim o correto é avaliar a diferença entre a produção e o seqüestro, e não apenas uma via única. Quanto às queimadas estas são feitas não só nas pastagens, mas também na cana, na produção de carvão (grande fonte de energia) e consumido por diversos setores, mas como sempre a corda arrebenta para o lado mais fraco, neste caso o produtor rural. Espero que não se esqueçam que todo tipo de alimento natural que consumimos exige desmatamento e queimadas, principalmente para produção de proteínas. Será quando que alguém vai se propor a realizar um estudo sério sem levar em conta bandeiras e política.
Comentário por Luiz — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:46 pm
Por que ninguém quer saber de parar de comer carne? E não é só pelo clima não, é pela crueldade para com os animais, a maneira que são criados e abatidos, tudo só prá saciar a fome dos malditos carnívoros, que depois ainda vem falar em Deus, paz de espírito, etc.
Me poupem churrasqueiros e picanheiros, ô raça!
Comentário por Cow — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:47 pm
Como pode alguém em estado de graça, após almoçar na cidade grande, um belo bife, voltar para o ar condicionado avaliar quanto pesa 1 kg de merda de vaca, multiplicar pelo número de animais, (não sem antes ler qto 1 kg de merda polui) e dizer que guase metade da poluição possa vir da flatulência bovina. Realmente depois que o barbudinho inaugurou o famoso nada sei, não ví, não conheço, vem agora algum instituto subsidiado é claro informar que 100 vacas poluem mais que uma chaminé. Deveríamos perder tempo em saber como manter quem produz continuar a mexer com merda para que poçamos não passar fome daqui um tempo !!!!!!.
Comentário por CARLOS — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:48 pm
Vou também me auto penalizar porque tenho contribuido diariamente com um VOLUME DE GASES APRECIAVEL para o efeito estufa.
Agora se proibirem o peido ai a vaca vai para o brejo
Talvez o uso de rolhas vc a saída, digo, obstrução à saido
Comentário por Fernando — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:50 pm
Antes de falar, informe-se……..recomendo um video q tem na locadora, e no youtube chamado “A carne e fraca” se nao ficar satisfeito, va novamente no youtube e procure terraqueos com legendas em portugues.E durma tranquilo. PS: É logico que é recomendado para QI´s de mais de 2 digitos.
Comentário por Ctec — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:52 pm
Será q estes mesmos animais que emitem CO² não estão integrados em uma cadeia, onde se alimentam quase, disse, quase, que exclusivamente de campim, q qualquer pessoa sabe q o mesmo campim realiza a fotossintese que necessita de CO²??? Aonde se fixa mais co² em uma pastagem bem manejada ou em florestas?? O q é pior retirar milhares de tonelas do Pre sal, joga-las na atmosfera ou simplesmente jogar a culta no el mais fraco, a pecuária!!! Sabe q nós homens do campo deveriamos fazer?? deixar a sociedade morrer de fome, pq tudo q é ruim a culpa é nossa!!! Como ser sustentáveis, se o nosso custo aumenta todo o ano e o preço de nossos produtos só diminui? Qdo sobe o litro do leite a culpa é do produtor, só q o lucro fica com o varejo, qdo sobe R$1 pro consumidor, sobe R$0,10 por litro pro produtor. Procurem nós aki do “mato” saiam de seus confortáveis escritórios e venham conhecer a realidade de perto e pararem de falar merda!!!
Comentário por Edu SIlva — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:56 pm
Só bobagem. O autor é outra marionete na mão daqueles que , depois de detonarem com o meio ambiente no país deles para galgar o progresso , agora querem frear nosso Brasil.
Deixem o gado em paz , comam carne , dêem de comer aos pobres. esses gringos querem é manter a gente pobre e ignorante. Vamos cobrar o “resgate”de US$ 1 milhão por ano de cada hectare de floresta que mantivermos em pé. Não pagou? Corta tudo.Vamos nos abraçar e morrer torrados…
Comentário por Leonardo Secco — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:56 pm
criaram um boi expiatorio, o culpado são os bois, vamos colocalos atras das grades, e não o governo corrupto e nosso presidente que nunca sabe de nada, como pressionaram e até demetiram funcionarios do Ibama pela não aprovação hidroeletrica no rio madeira, então não venhão com estoria para boi dormir, vocês que recebem cocessão do governo, a midia.
Comentário por anderson — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:57 pm
Ao André do 1º comentário , o problema não são só os gases intestinais e a exportação com x , o problema reside no desmatamento que em muitas regiões é promovido por grupos poderos , Multinacionais e Bancos. O desmatamento além de ser predatório , ainda traz outra desgraça a queimada , coisa de 500 anos passados e o sistema de reaproveitamento dos excrementos não existe. Não são os pequenos e médios produtores de Gado e Leite que causam isso , são os Mega , com o modêlo pernicioso do Agronegócio, que não desmata só para Pecuária , desmata para soja , cana de açucar , e oleaginosas para biodiesel. Realmente é necessário disciplinar a coisa , a maioria dos que destroem o meio ambiente e por consequência nos destroem , fazem -no por usura e ganância desmedida e não para alimentar a fome do Brasil ou do Mundo. Esses Mega Grupos tem como usar e gastar com tecnologia para minimizar o impacto , só não o fazem porque a Lei dificilmente os alcança , aquela máxima que a Lei e a Cadeia existe para Pobres e desvalidos. O que temos que cobrar do Governo é o tratamento de cada caso conforme a sua Natureza , não colocar todos no mesmo balaio , o produtor rural não é o Homem do Agronegócio , é produtor rural e isso tem que ficar bem claro. Aquele que tem a terra para sua manutenção , como seu ganha Pão , não pode ser comparado a especuladores e Mega Empreendimentos que além de não criar uso de mão de Obra , ainda usam meios impróprios , pesticidas e outras tantas porcarias que atacam o meio ambiente e o equilíbrio Climático. Não se pode tratar o homem do campo que usa ferramentas manuais para produzir , como aqueles que entram na terra com tratores de esteira e correntões , seguido de motoniveladoras e acabam com tudo. Não vamos nos enganar nem com os indiferentes e nem com os extremistas , sejamos práticos , realistas , lembremos que no Brasil a Terra pela Constituição tem Função Social. O Brasileiro ´e inteligente o suficiente para saber quem realmente se preocupa com o País.
Comentário por André — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:58 pm
O problema é humanidade desocupada que tem tempo de comentar alguns absurdos como estes ao invés de cuidar de que realmente faz mal a humanidade como movimentos sem terra a criminalidade que aumentando a cada dia, as sujeiras e fedentinas nas beiras de praias e rios em perímetros urbanos, aumento de presídios onde poderia ter escolas, universidades.
A cada bolsa família deveria ser entregue também um par de laqueaduras e vazequetomia junto.
Comentário por Alberto — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 2:59 pm
Nossa, que os coitados dos Bois peidam, todo mundo sabe, mas o quando agora estão desvendando, e se supreendendo, imagina quando descobrirem quanto um Elefante pode peidar, os ambientalista irão acabar com os coitados, depois viraram para os CÚS dos humanos, e lançaram um catalizados para cú de todos os seres, em quanto isso a fabrica de champanhe so aumenta seu faturamneto.
Comentário por claudeir dias — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:01 pm
Até pode ser que se tenha razão quanto a essa questão. Mas me parece que os motivos devem, pra variar, ser econômicos: competição brasileira no mercado mundial de carnes. O resto do planeta só joga pesado. Alguem lembra da estranha gripe suina? E por aí vai. A época da ingenuidade em achar que o resto do mundo só quer o nosso bem e que só estão preocupados com o bem estar de sua população já era. A realidade tem mostrado exatamente o contrário. Salvo quando interesses econômicos empurram para essa direção. Acorda Brasil. Faz certo mas deixa de ser otário.
Comentário por Valter — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:05 pm
Seja vegetariano!
Comentário por Leo — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:09 pm
SÓ TEM MALUCO. OS CARA TAO DE BRINCADEIRA. É MUITA GENTE SEM TE O Q FAZER. PARA COM ISSO SENAO O BARBUDO VAI FAZER UM NOVO IMPOSTO - IMPE - IMPOSTO DO PEIDO
Comentário por Cidadao — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:10 pm
Excelente post. Parabéns pela publicação, é ousada e corajosa.
A pesquisa só vem comprovar aquilo que já sabíamos.
A pecuária pode ser sustentável sim, basta os envolvidos querer.
Já está comprovado que a poluição causado pela produção de animais para corte causa muita poluição, segundo pesquisas mais do que o dobro do segundo colocado que é o uso de combustíveis fósseis. Agora com esta informação que é responsável por metade da emissão de gases poluentes no Brasil, vem reforçar a tese de que precisamos limitar e controlar a produção. Sou ainda mais drástica concordo com muitos cientistas de que deveríamos todos nos tornarmos vegetarianos, já que além da saúde e força física, deixaríamos de ser coniventes com a maior fonte poluidora e destruidora.
Muitos até recomendam o vaganismo, mas aí acho bem mais difícil, valorosa sim, mas mais radical, então, vamos fazendo as melhorias aos poucos, controlando a produção de forma sustentável e nos tornando vegetarianos, que tal??
Está aí um desafio pra lá de sustentável, eu encarei e vc tem coragem?
Comentário por Hosana — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:13 pm
Isso tá me parecendo uma tática para desviar a atenção da poluição que EUA e China causam ao planeta. Comparem imagens da poluição que os bois, riqueza brasileira, causam com as chaminés das indústrias desses dois países que têm muito em comum.
A diferença será gritante.
Comentário por Carla — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:14 pm
POR QUE NÃO DIZEM DOS PAISES RICOS Q MAIS POLUEM E Q DESMATARAM TODA A ÁREA DE SEUS TERRITÓRIOS PARA GERAREM AS RIQUEZAS Q HOJE POSSUEM E Q NAO ABREM MÃO DAS MORDOMIAS PARA AJUDAR A ARRUMAR A NATUREZA, FICAM FALANDO EM DESMATAMENTOS DA AMAZONIA E DOS DESMATAMENTOS PARA PECUÁRIA, CUIDEM DE SEUS PAÍSES E ESQUEÇAM O BRASIL, TEM MAIS É QUE USAR NOSSAS RIQUEZAS MINERAIS E TODO O MAIS PARA MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DE NOSSO POVO, ELES PUDERAM FAZER O Q QUISERAM DOS PAÍSES DELES, AGORA QUEREM NOS PODAR. CADA UM CUIDA DE SUA CASA, ADERIR AOS PROJETOS DE REGULAR O AQUECIMENTO GLOBAL ELES NÃO QUEREM NEM SABER. BRASILEIROS, NÃO SEJAM OTÁRIOS DE FICAR ENTRANDO NA ONDA DESTES GRINGOS NÃO. CUIDEM DO MEIO AMBIENTE, MAS USUFRUAM DE NOSSAS RIQUEZAS NATURAIS, Q NOS FORAM DADAS POR DEUS.
Comentário por EDSON L SA — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:15 pm
Já faz algum tempo o jornal ZH tinha um piadista na ultima pagina, os mais velhos lembram, chamava-se Carlos Nobre. Pois não é que ele reincarnou mesmo!? e com o mesmo nome!?
E não esquece C. Nobre, há seis BILHÕES de humanos que tem intestinos também , fora outros mamíferos e ruminantes!! hehehehe.
Comentário por Regis — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:18 pm
Isso, vai lá povo, se entupam de carne, assim eles criam mais gado e destroem mais. è o homem se matando. comam carne, morram comendo carne, entupam as veias de gorduras.
Comentário por PAulo — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:25 pm
Não é defender de forma incondicional a pecuária e a agricultura,mas penso que muito do que é apresentado é infundado.Os maiores poluidores são os carros queimando combustível fóssil,o que é uma idiotice,queimar petróleo para transporte individual ~,uma matéria prima não renovável e indispensável na indústria farmaceutica,textil,construção civil,agricultura,etc…É preciso desenvolver e produzir,em escala,os carros híbridos e elétricos.
Comentário por SÉRGIO — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:27 pm
Recomendações derivadas dos “estudos” dos
1) Luftal aos animais para pararem de peidar e arrotar, senão morreremos todos numa estufa de metano (como comentario 2, muito apropriado;
2) revogação do feonomeno fisico-quimico da fotossinte, pois no ensino medio aprendemos que a planta , quando em crescimento, absorve CO2, retem C e libera O. Quando queimada, libera o Carbono estocado, novamente: contribuição liquida de carbono à atmosfera pela queimada da planta: ZERO.
3) os “grandes cientistas” estudaram tanto que desaprenderam! ou são mentirosos mesmo ?!
Comentário por Antonio Licio — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:33 pm
as vaquinhas peidam de mais, vamo parar de comer carne e virarmos todos vegetariamos pelo bem do planeta
Comentário por Vegeta — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:34 pm
Também com o monte de Merda que o Lula fala e faz não podia dar outra merda. Olha que o estado mais poluidor é Brasilia.
Comentário por Sergio — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:41 pm
Isto tudo é uma piada ,é o fim do mundo ,que bestera ,estes caram nao entendem nada de gases .
Comentário por eliseu farias — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:41 pm
B-A-L-E-L-A.
Comentário por RENATO — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:41 pm
Tudo não passa de um grande pretexto para instaurar uma DITADURA GLOBAL. Acordem !!!
Comentário por RENATO — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:45 pm
É incrivel o que um profissional faz para virar notícia.
Deveria se dar ao trabalho de estudar mais e usar a inteligencia antes de falar asneiras que são modismo.
Comentário por João — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:47 pm
Ai soltei mais um, com esse hoje ja sao 35.
Comentário por Sandro — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:47 pm
O Brasil, somente de gado vacum possui 190 milhões de rezes, some-se a isso os porcos e outros animais destinados ao corte - haja flatulência - se nas áreas de pastagem plantassem alimentos-grãos haveria uma grande melhora na qualidade da alimentação humana além de proporcionar muitas frente de trabalho; não brinquem que o assunto é muito sério.
Comentário por gaspar aiub — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:47 pm
aiiii, foi mais outro ja sao 36
Comentário por Sandro — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:51 pm
Realmente achar que gases emitidos pelos bovinos é a culpa do aquecimento global, é uma piada…
Comentário por PLAY — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:51 pm
Esses cientistas não sabem o que estão falando, quer dizer então que onde tem a maior proporção de árvores no mundo e mesmo assim os animais são os maiores acusadores de emissão de gases, pelo visto que esta escrito nessa reportagem dar para entender que as folhas das árvores não estão conseguindo transformar os gases dos animais em oxigênio, esses cientistas são ótimos em piadas, realmente isso me faz rir.
Comentário por Mauro dos Reis — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:52 pm
ta, mas e os milhares de automóvéis que sao produzidos no brasil e comercialisados? e as indutrias? e o desmatamento relacionado a venda de madeiras? testes nucleares, ….daqui a pouco vao dizer que temos que parar de emitir gases pela boca e pelo c…. palhaçada isso
Comentário por João — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:54 pm
MUITO ME ADMIRA… KD O NOSSO MIN. DO MEIO AMBIENTE… SO SABE FALAR BONITO… MAS O PROBLEMA QUE OS GRANDES PROPRIETARIOS DE TERRA… SAO AMIGOS DELE… AI NAO TEM COMO FISCALIZAR… SABE NÉ.. UMA MAO LAVA A OUTRA…!!!
Comentário por ALEMAO... — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:54 pm
Eu não sei qual parte esse percentual de leitores burros não entenderam!!!
A parte do desmatamento para virar pastagens (por pouco tempo, porque depois acaba o pasto e temos mais desmatamentos para novas pastagens), a parte da destruição das florestas para criação de pastos, venda ilegal de madeira, etc, ou a parte de que as queimadas emitem gases de efeito estufa.
Aprendam a ler e compreender primeiro meus caros para depois sim criticarem! Porque criticar o que não se entende é muito feio!!!!
Comentário por Ana Paula — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 3:57 pm
Que estudo mais fraudulento, mesquinho e intencional! O desmatamento e principalmente a grande fumaça causada pelas grande usinas não entram nesse relatorio?! Mais fácil culpar os coitadinhos dos bovinos neh… Como disse um comentario anterior, o saquinho plastico que usamos para levar 500g de carne polui mais que um boi inteiro. A nota mais triste é vcs da impressa darem esse tipo de infomração maliciosa.
Comentário por Luiz Adriano — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 4:19 pm
As Florestas antigas, por não estarem em crecimento não mais sequestram o CO2; pelo contrario liberam CO2 de sua respiração e gazes da putrefação de suas folhas que caem ao solo!!
Todos os ruminantes quando respiram emitem gazes de seu sistema digestivo, não é só via retal e não são só as vacas!!!!
As pastagens que alimentam o gado, estão sempre em crecimento sequestrando CO2 da atmosfera para formar raizes ,caulhes e folhas que são comidos pelos herbiveros, estando assim em equilibrio as folhas consumidas liberarão gazes que as novas que as substituem absorvem da atmosfera.
Para haver sequestro de CO2 é nessario plantações novas quando as plantas utilizam o Carbono para sua formação: raizes troncos, galhos e folhas são formadas por Carbono!!Tanto importa reflorestamento,plantações de alimentos ou cana ou pastagens!!!!
O resto Pseudo ecologia!!!!
A liberação dos gazes metano pela putrefação das represas e hidroelétricas que não tiveram seu leito desmatados , bem como dos oceanos é brutal e ninguem fala nada.
A carne é Energia estratégica!!!
Acordem
Comentário por Jose Luiz A Fuser — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 4:28 pm
Esta pesquisa tem um nome: falta do que fazer.
Está aí a razão da falta de verbas para estudos: a invés de gastar o dinheiro público com coisa séria, estes “cientistas” ficam cansando nossa beleza com uma idiotice dessas.
Esses “cientistas” deviam procurar alguma emissora de tv para participar de programa humor. Isto é piada.
Comentário por Gilson Raslan — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 5:02 pm
A contabilidade de CO2 emitida através do desmatamento da Amazônia é equivocada, pois os cientistas contabilizam a derrubada das árvores (que não gera CO2, pois são cortadas e não queimadas pelas madereiras), além das queimadas para a limpeza do terreno com o fim de serem formadas as pastagens cultivadas. Por isso, a pecuária é responsabilizada indevidamente por toda essa emissão, que nem correta está.
Uma coisa é certa, é necessário que aumentemos a eficiência da pecuária brasileira para que não haja necessidade de expansão em áreas de preservação. Por isso, o mercado forma anualmente milhares de agrônomos, veterinários e zootecnistas.
Pensemos numa pecuária de futuro mais tecnificada e sustentável, pois no final das contas a grande maioria aprecia um bom chuirrasco no final de semana com os amigos, não é?
Daniela Teston - zootecnista ambientalista
Comentário por Daniela Teston — quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 @ 5:42 pm
Parabéns pelo post. Isso é um assunto muito sério…
Mas fiquei apavorada com tamanha ignorância de alguns dos comentaristas. Ignorância, negação do problema, mania de conspiração, mistura de assuntos diferentes… é, as consequências do excesso de informação disponível para pessoas que não tem condições intelectuais de compreensão e de análise crítica se reflete aqui.
Comentário por Nicole — terça-feira, 20 de abril de 2010 @ 12:04 pm
ESTE É UM ASSUNTO SÉRIO MESMO NÓS POLUINDO O MEIO AMBIENTE MAS ISTO É GRAÇAS A NÓS SE NÃO VIVERSSEMOS DESMATANDO E POLUINDO ISTO NÃO ESTARIA ACONTECENDO.
Comentário por ANNA BEATRIZ — terça-feira, 19 de outubro de 2010 @ 10:47 pm