Não é honesto rir da loucura do Tigre
POR EDILSON MARTINS
No começo desta semana -eu e a torcida do Flamengo- tomamos conhecimento, via todas as mídias, da chegada ao país, do último exilado político do Brasil, o ex-marinheiro Antônio Geraldo da Costa.
Membro da Aliança Libertadora Nacional (ALN), criada por Carlos Marighela, Antônio, hoje com 75 anos, fazia parte da tropa de choque da organização. Tropa de choque, o chamado grupo armado, era o pessoal da pesada, das ações de desapropriação, do recolhimento de recursos -assaltos a banco.
Hoje fica difícil, quase impossível, passar a idéia do que isso significava, ainda mais tendo o Marighela no Comando.
Até aí nada de novo. Novo é a cobertura que a mídia, nacional e a estrangeira, está dando a esse retorno, e por uma curiosa singularidade; apesar de decorridos 40 anos desde sua fuga do Brasil, e tendo a Ditadura acabado há quase 25 anos, ele se recusava a retornar. Desconfiava que os tempos de terror e a longa noite prosseguiam, que a Ditadura continuava viva. Leitura imediata; louco de carteirinha.
Nada mais correto; aparentemente.
Ele pode alegar, caso venha a ser indagado, e não faltará quem o faça, que “gato escaldado tem medo de água fria”. Os anos de clandestinidade devem lhe ter ensinado essa dura verdade.
Antônio pode, ainda na mesma linha de sua defesa, recordar que “o seguro morreu de velho, mas o desconfiado está vivo.” Só que vai, em verdade, enfatizar mais ainda a desconfiança geral. A opinião pública, hoje classificada em a,b,c, e d, conforme aferição nada humilde dos marqueteiros, não prima pela generosidade.
Salvo, dizem novamente os marqueteiros, no caso da aprovação do Governo Lula, blindado curiosamente pela película invisível do teflon. Mas isso é outra história.
Seus companheiros de luta no passado, os que sobreviveram, entre os quais devem haver muitos malucos, podem até mesmo recorrer ao militar japonês que até recentemente mantivera-se escondido, pelas mesmas razões, acreditando não ter acabado a Segunda Grande Guerra.
De tal forma que se amenize essa leitura, e não venha Antônio a ser classificado simplesmente, sumariamente como um paranóico transitado em juízo, um perseguido eterno, um maluco fora dos eixos, recorrendo a esta redundância.
Como um ex-marinheiro - pode-se questionar, sem contudo julgar, pelo amor de Deus - depois das formas mais abomináveis de covardia humana que é a tortura, da qual ele foi vítima exponencial, consegue escapar do trucidamento, vai para a Suécia, em l969, casa, tem filhos, constitui família e 40 anos depois continua vivendo sob o terror da perseguição?
Terror tão cruel que mesmo tendo sido golpeado, vamos reconhecer que de forma definitiva nunca, continua dobrando sua alma, sua espinha, toldando seus sentimentos mais simples. Não vamos nem mencionar Frei Tito, porque aí essa história fica mais perversa ainda.
A leitura do cidadão comum, do sujeito que na esquina comprou o jornal esta semana, leu a notícia, ou do outro surpreendido pelo telejornal, não pode ser diferente; esse cara virou maluco de carteirinha. Que fazer?
O que eles não sabem é que Antônio, como tantos outros companheiros de seu tempo, apostaram, e apostaram tudo, alguns morreram, outros como ele ficaram eternamente marcados, apostaram no fim do terror.
E não foi luta em vão, como querem alguns, até com certa leviandade.
Perderam? Talvez sim, talvez não. Se formos contabilizar as vitórias pessoais perderam tudo, ou quase tudo; família, amigos, país, memórias, e quem sabe uma juventude, senão uma vida inteira. Catalogar as perdas é tarefa dolorosa, e nem vale a pena tentar fazê-lo.
E, no entanto, nos deram este país maluco de hoje, onde apesar de todos os percalços, dos Sarney, dos Romero Jucá, dos Collor, dos Renan Calheiros, da corrupção impune e generalizada, de um PT que nos faz corar, mesmo assim se respira e pratica a Liberdade.
E só sabem o que isso significa os que viveram, dolorosamente, sua interdição.
E onde entro eu na porra dessa história? A indagação é correta, não é descabida. É que vendo as fotos de Antônio, as impressas e as dos telejornais, fui picado pelo diabo da memória, memória cruel, tantas vezes.
Paro, neste momento, até então aboletado num banco mixuruca, de escrever veleidades literárias, bobagens menores, platitudes, textos sem eira e nem beira. E não tenho feito outra coisa, ultimamente, e com tanto prazer.
Só que o diabo das fotos e imagens voltam a infernizar os meus olhos, e já agora minha memória.
Caceta, matei a charada. Antônio Geraldo da Costa era o Tigre, codinome de guerra, um neguinho moleque, ruidoso, que hospedei, melhor dizendo homiziei em meu conjugado da rua Sousa Lima, em Copacabana, nos idos de 68 e 69, e todo o seu grupo.
Eu era um abestado estudante da Filosofia, da Universidade do Brasil, atual UFRJ, com os olhos abertos e nenhuma história para contar, como faço agora, perplexo diante do mundo, recém-chegado do Acre, dos confins da Amazônia, onde o vento fazia a curva e o diabo teimava sempre aparecer.
Apesar de toda essa alienação, estupidez e caipiragem, tive o privilégio de hospedar Tigre e seu grupo, que passavam os dias realizando assaltos armados, invadindo penitenciárias e soltando guerrilheiros presos, elaborando mapas, estudando rotas de fuga, enfim, infernizando a vida homens que faziam a ditadura caminhar e merecer esse nome.
À noite dormia com eles todos, não enxergando, nem entendendo direito em que tudo aquilo iria dar. Ninguém deixava o Acre nos anos 50, e se deparava com as garras do terror, impunemente.
Ligava o rádio, sim, aquela era a época do rádio, e lá ouvia os âncoras das emissoras falando da crueldade, da barbaridade, de Tigre e seus parceiros.
Ria sozinho, até porque esse era um riso que não se podia dividir com ninguém, e pensava; será que a verdade é filha do tempo? Não era. Naqueles tempos a verdade era filha do Terror.
Dos riscos eu sabia, só não sabia a estupidez que é a tortura, onde logo depois de me despedir de Tigre e sua animada gente, eu também conheceria. De forma também nada generosa.
Enfim, só pra terminar. Ninguém tem o direito de rir da loucura de Tigre. Sua loucura é a loucura de Dom Quixote, do Rei Lear, a loucura dos visionários, a loucura que torna o homem possível, enfim. A loucura que sem ela, certamente a vida não teria sentido.
Sem ela talvez tivéssemos, quem sabe, até hoje, uma ditadurazinha amena, com alguns direitos, que o mundo já tanto nos mostrou, mas sem nunca deixar de ser Ditadura. A única diferença, talvez, é que os políticos lá atrás citados, não tivessem que padecer alguns aborrecimentos pontuais, constrangimentos eventuais, como agora vem acontecendo.
Só pra terminar, novamente; não vale a pena, não é honesto, rir da loucura do Tigre.
♦ Edilson Martins é jornalista e escritor.
Foto: reprodução

Me espanta a sua linha de idéia deste jornalista que praticamente atribui o retorno à democracia aos grupos terroristas que miliatram nos anos 60 e 70. Isto é desconhecer a história, é uma análise pontual que não se sustenta a menor crítica do ponto de vista histórico. Estes grupelhos terroristas serviram unicamente para o endurecimento do regime vigente e prologamento da saída dos militares do poder. O Resto é folclore e tentativa de romancear pessoas cruéis que matavam sem dó, na tentativa, sim, de instalar um regime totalitário como o vigente em Cuba e China.
Comentário por Juca — julho 24, 2009 @ 10:33 am
Excelente artigo. Sou deste tempo, tenho hoje 62 anos. Vivenciei este período negro da nossa história.
Que nunca mais o Brasil passe por outra dessa mas que também consiga sair da “ditatura petista”, que tome rumo, que ganhe civilidade, que a moral e a ética possam ser o leme deste barco.
Comentário por Nerah — julho 24, 2009 @ 10:36 am
Visionário de quê? Queriam transformar o Brasil em uma Cuba! Vcs foram enganados por “cabeções” como o Zé Dirceu que sabia muito bem onde queria chegar. Vcs, jovens românticos que queriam mudar o mundo, foram usados por eles! Acorda!!!! Hj o poder está nas mãos desses “perseguidos políticos” Bláaaaaaaaa, mudou alguma coisa? Poder é poder seja na mão de quem for, sempre será utilizado em benefício próprio, triste porém verdade!
Comentário por Sheila — julho 24, 2009 @ 10:37 am
NÃO ENTENDI? VC COLOCA A FRASE - E, no entanto, nos deram este país maluco de hoje, vc deve agradecer aos militares que não deixou entregar a nossa NAÇÃO a mais tempo para esses terroristas, hoje eles estão procurando roubar freneticamente tudo o que podem antes que a NAÇÃO perceba qual a finalidade da CAUSA que eles abraçaram.
Comentário por ARISTOTELES BORGES — julho 24, 2009 @ 10:38 am
TUDO ISSO NÃO PASSA DE UMA ENORME PALHAÇADA. ESSES CARAS ESCOLHERAM UM LADO DA MOEDA OU DA HISTORIA. PAGUEM O PREÇO.
Comentário por Jose Lima — julho 24, 2009 @ 10:55 am
Engraçado como a mídia trata esse bandido. O cara foi assaltante, criminoso e desertor. Ele não era exilado, era fugitivo. E sabia porque. Se vivesse no Brasil de hoje seria do PCC e do CV. Deem nome certo aos bois. Nesse caso, criminoso.
Comentário por Marcos Meira Silva — julho 24, 2009 @ 10:56 am
Sr. Altino Machado: o Sr. viveu os tempos da chamada ditadura militar ou apenas sabe aquilo que leu nos livros ou escutou de outras pessoas?? O Sr. tem notícias de bala perdida no Rio de Janeiro naquela época, ou no tráfico de armas e drogas em que proporção eram?? Acha bonita, louvável e heróica, atitudes como deste cidadão assaltando banocs , armado, sequestrando diplomatas? Que belo exemplo de luta pela democracia. Leia mais e se instrua melhor, antes de sair escrevendo coisas que não viveu.
Comentário por Roberto — julho 24, 2009 @ 11:06 am
Creio que o blogueiro continua sendo um abestado. Quem acha “legal” passar o dia realizando assaltos armados, deve, também, achar coisa de “gente boa” a série de escândalos que vemos por aí, onde se confunde o público com o privado. Sim, eles apostaram tudo sim (e perderam), mas não queriam democracia, caro blogueiro, queriam instalar a tal da “ditadura do proletariado”. Coisa que, talvez, por vc ser um “abestado estudante de Filosofia”, não tenha percebido até hoje.
Comentário por Eustaquio Costa — julho 24, 2009 @ 11:10 am
Muito bem colocada a opinião.
E ainda tem loucos que querem a ditadura de volta.
Comentário por neto — julho 24, 2009 @ 11:20 am
Muito lúcido o texto. Parabéns. É pena observarmos que hoje muitos não tem a necessária percepção do que foi esse período longo e tenebroso de nosso curta história. Se hoje podemos estar aqui criticando seriamente ou simplesmente falando bobagens (como muitos fazem) acerca de nossos governantes e nossas estruturas sociais, mas fazendo isso com total liberdade, certamente devemos isso a essas pessoas. E isso não é coisa pouca.
Comentário por Giba — julho 24, 2009 @ 11:25 am
Quem viu de perto ou é muito próximo de algum ex militante político tem alguma idéia do que aconteceu..mas só que passou por isso sabe o que sofreu. É muito fácil julgar essas pessoas sem saber o propósito da luta armada. Com alguma excessão, não existem muitas fontes explicativas. Claro que falta interesse na população.
Hoje as pessoas esperam “alguém”, algum “héroi”, fazer alguma coisa para mudar…Naquela época, eles não esperaram ninguém, simplesmente descruzaram os braços e foram a luta, mesmo sabendo que haveria graves consequências…Eles foram os heróis. E conseguiram sim mudar alguma coisa.
Tenho muito orgulho de vc, mãe!
Comentário por Clara — julho 24, 2009 @ 11:33 am
Juca, Scheila (Melo ou Carvalho?! ) e Marcos, Vão estudar um pouquinho antes de falarem asneiras!
Comentário por Ricardo — julho 24, 2009 @ 11:39 am
Imagina a vida deste cara… No meio dos suécos com aquela cara de brazuca… Peixe fora d’água… Agora uma coisa, se perdoou e esqueceu, também vale pro tortorador… ou não? Era guerra naquela época. Não pensa que se dops pegasse não ia esfolar vivo esse camarada. Por outro lado os guerrilheiros podem até ter ‘justiçado’ inocentes…
Olha, vamos esquecer, mas lembrar, para que não aconteça novamente…
Comentário por carcará — julho 24, 2009 @ 11:41 am
Tem louco aí perguntando se naquele tempo - Ditadura - havia bala perdida. Não. Havia bala certeira, achada para quem fizesse oposição. No mesmo espírito, estes saudosos não poderiam manifestar sua estranha e mórbida nostalgia, fosse o presidente um daqueles gorilas engomados.
Paulo
Comentário por Paulo — julho 24, 2009 @ 11:48 am
Agora entendo o porque de não pedirem mais diploma pra jornalista. Tem gente muito melhor no mercado, sem dúvida! Depois de ler tanta bobagem de alguém que “deve” ter alguma (in)formação, só podemos lamentar. Creio que ninguém nascido pós 1965, eu mesmo sou de 1967, que não viveu o que essas pessoas viveram ou passaram na luta por um País melhor, pode fazer julgamento algum. O que devemos lamentar é a réstia de pilantras que restou Pós Revolução e transformaram o País inteiro num puteiro, como já cantou Cazuza e as instituições oraganizadas não fazem nada contra! Lamento pelo texto negativo e pejorativo.
Comentário por Carlos Medeiros — julho 24, 2009 @ 11:50 am
OI GENTE, O CARA É UM BRAVO, MERECE SER RECEBIDO COM A MAIOR DIGNIDADE, PASSEI POR ESTE PERIODO, NAO SEI SE TAO INTENSAMENTE COMO O TIGRE, MAS CONHECI AS DEPENDENCIA DO DOI-CODI E ALGUNS POROES DO DOPS, FOI A MAIOR BURRADA MINHA NAO TER PUCHADO O CARRO TAMBEM, BEM QUE EU TENTEI, MAS NAO DEU CERTO, PORTANTO DESEJO AO COMPANHEIRO AS MAIORES BOAS VINDAS, ESPERO QUE ELE GOSTE DAQUI NOVAMENTE, OS TEMPOS MUDARAM, SO QUE O NOSSO PROPOSITO AINDA NAO MUDOU, A DITADURA AINDA CONTINUA, MAS NAO SE PRENDE MAIS NINGUEM. AGORA A DITADURA E ECONOMICA, TUDO PRA POUCOS E NADA PRA MUITOS
Comentário por joao casimirov — julho 24, 2009 @ 11:53 am
como dizia o sabio sufi : ” os caes ladram e a caravan passa “.
ref. os comentarios acima : como dizia um pessoal da z\s de são paulo : ” quem sou eu pra falar de quem chera ou quem fuma , vem ca , nunca te dei porra nenhuma…. “
Comentário por almeida — julho 24, 2009 @ 11:53 am
Infelizmente o tratamento dado a materias como estas excede o destaquer mereceido , com todo respeito ao “exilado”.
Vejamos o seguinte - a industria de indenizações proliferou e no mundo em crise , falta de emprego , acho que a permanencia do cidadão por todo este tempo na Europa , auto-exilado diga-se de passagem , pode render uns torcados a mais nas mãos um tanto habeis do nosso Greenhalg.
Acho que apesar de ser policitamente incorreta a miunha posição , os fatos devem ser tratados de acordo com o contexto historico.Assi lembrando os grandes pensadores , “a vontade geral” de Rousseau aplica-se à época o que era defesa da Pátria , como foi o Macartismo nos EUA etc.
Não tenho registro de indenizações , açoes judiciais ou outro tipo de manifestação ocorrida nos Estados Unidos de3vido àquela época , tão ou mais covarde que o que foi a do governo militar no Brasil.
Digo governo militar pois ditadura é o que vivemos hoje . De acordo com autor de livro didático para Direito Processual Civil ( não me recordo o nome) , em um país onde os direitos e garantias fundamentais ( Art.5º da CF.) só podem ser efetivados por via judicial ( saúde , educação , remédios etc.) o regime´não é outro que o de exceção - caso específico do Brasil.
Assim , acho que devemos colocar uma pedra em cima do período e nos preocuparmos com o presente , nos moldes de países tão ou mais civilizados mas co certeza mais educados que o nosso.
Senão corremos o risco de em futuro não distante , após uma eventual descriminalização de drogas , termos “ex-traficantes” procesando a união por ” perseguição politica” ou coisa que o valha.
Comentário por Marcio — julho 24, 2009 @ 11:54 am
Só um bando de abestados não reconhecer a profundidade de Edilson Martins que acima de tudo por ter vivenciado este periodo negro e histórico. E até mesmo conhecido pessoalmente a figura central do texto. Edilson é filosofo, jornalista e cineastra, respeitem a história do caboco.
Paulo Saint`Clair
Comentário por paulo — julho 24, 2009 @ 12:11 pm
Percebi a lucidez do texto e o conhecimento causal do escritor. Respeito o bom texto e admiro os conhecedores da história. Lúcido o comentário do Sr. Paulo Saint`Clair é preciso respeito aos icones da nossa história e é ridiculo o desrespeito da própria classe.
Comentário por Tereza Ribeiro — julho 24, 2009 @ 12:17 pm
Asno, Ricardo, é você! Deve ser um desses “estudantes profissionais” que ganham $$$ de partido comuna, ou se beneficia de alguma forma dessa forma de regime, para defender terrorista! Vá você estudar, ver a história como um todo, não parcialmente, aí veja quem foi asno! Otário…
Comentário por Sheila — julho 24, 2009 @ 1:29 pm
Quem defende terrorista me enoja! Vamos dar uma olhada nos regimes de governos comunista… Hum… Estaríamos aqui conversando em um blog???? NÃO, não poderíamos ter acesso a internet e, se tivéssemos, o tema seria censurado ou nesses regimes é tudo paraiso? O Brasil está nas mãos de gente que dá “tapinha nas costas” de guerrilheiro, ditador… Onde iremos parar?
Comentário por Sheila — julho 24, 2009 @ 1:45 pm
A definição de “ícone” vai muito além da figura do Sr. Antonio Geraldo da Costa.
Falando em contexto histórico , tanto na época quanto agora ( e usando o slogan da campanha do desarmamento proposta pelo governo da dita Constituição Cidadã ) quem usa arma é Polícia ou Bandido - qual dos dois ele era?
Comentário por Marcio — julho 24, 2009 @ 2:53 pm
Marcio, se vc levar em conta que a polícia da época era bandida… Mas era um outro momento histórico, não dá pra querer pensar como se fosse hoje.
Comentário por Zé — julho 24, 2009 @ 7:04 pm
Sheila, o que dá nojo é você e essa mentalidade pequena de revista Veja.
Comentário por Zé — julho 24, 2009 @ 7:11 pm
A Sheila se doeu com seu comentário, Ricardo! Provavelmente pq vc falou… a verdade!!!!
Pelas coisas que ela escreveu, deve ter a bunda ebm grande e o cérebro bem pequenino… ambos tamanho “é o tchan”.
Comentário por Zé — julho 24, 2009 @ 7:15 pm
Escolheram um lado e que paguem o preço. É realmente grotesco ver gente defendendo teroristas, gente que queria instaurar um regime aos moldes de tantos outros que custaram e custam ainda a vida de seres humanos!
Comentário por Andrea — julho 25, 2009 @ 11:28 am
Caro Zé, Policia é por definição que cuida da ordem , da fiscalização quanto aplicação da lei e pertence ao mesmo poder que juizes , MP, etc. Se levarmos em consideração as épocas , policia ou mais alem judiciário bandido pode ser hoje pois a corrupção infiltrou-se no meio pelo que se pode ver na imprensa.
Assim , no contexto em que os fatos ocorreram , a polícia cumpriu seu papel - dfefender a ordem , o que era a vontade geral ( diga-se de passagem ainda é , só que hoje não funciona).
Falar em tortura , abuso de poder, é um tema mais preocupante hoje do que foi na época.
Contradição pior é ver o Sr. Nilmário miranda criticar tortura etc , na época do regime militar em palestra recente a qual tive que assistir , e lembrar dele apoiando execução por fuzilamento de prisioneiros políticos em Cuba.
Meus amigo , Ditadura real vivemos hoje . Não se enganem com a possibilidade de podermos falar pois o povo continua na mesma.
Vivi a época e como bom espectador e observador da história e dos fatos posso dizer de cadeira.
O movimento do politicamente correto não espelha a realidade…..
Comentário por Marcio — julho 26, 2009 @ 7:05 pm
Como vcs comunas são preconceituosos e ridículos…. Ridículos! Como se meu nome foosse sinônimo de “bunda”, a verdade é que faltam argumentos e baixam o nível… Continuem assim… IDIOTAS, com certeza há espaço para gente com cérebro de amendoim no mundo… Preconceituosos, machistas e sexistas… Hummm, diríamos que são hipócritas como todos esquerdistas, comunas… A máscara sempre cai, mesmo em uma discução “Boba” de um blog…
Comentário por Sheila — julho 27, 2009 @ 9:35 am