Pajé yawanawá nega prática de canibalismo entre kulina do Envira

Tata Yawanawá
Ao contrário do que foi alardeado pela mídia, o velho pajé Tata Yawanawá, 94, da Terra Indígena do Rio Gregório, no Acre, afirma que o canibalismo não faz parte da tradição dos índios da etnia kulina.
Quatro índios kulina foram indiciados no começo do mês pela Polícia Civil acusados de matar e esquartejar Océlio Alves de Carvalho, 21, no município de Envira (AM), na divisa com o Acre. Os indígenas foram acusados de comer parte das vísceras da vítima em um ritual de suposto canibalismo.
- Fiquei sabendo que nossos parentes txapunawa, conhecidos como kulina pelos brancos, estão sendo acusados de prática de canibalismo contra um branco no município de Envira, no estado do Amazonas. Fui convidado a falar sobre este assunto pelo Blog da Amazônia e devo esclarecer que jamais meus avós e pais mencionaram a prática desse tipo de ritual entre nossos parentes txapunawa - disse com exclusividade o pajé.
Assista ao vídeo com o pajé Tata Yawanawá
Tata conhece os txapunawa (kulina) como grandes cantadores, fortes pajés e por gostarem de comer cobra jibóia. Desde jovem, o pajé aprendeu com os mais velhos a tomar uni, uma bebida considerada sagrada, também conhecida como ayahuasca. Ele reza e usa as plantas para tratar pessoas enfermas com a medicina tradicional indígena.
O pajé ouviu do pai dele que existiram alguns povos muito antigos que guerreavam entre si e quando morriam comiam os mortos.
- Não perdiam nada, cremavam o falecido e faziam uma sopa. Faziam isso porque acreditavam que podiam incorporar o espírito do falecido. Mas isso foi há muito tempo atrás. Há muito tempo não escuto que isso esteja acontecendo em nossa realidade - acrescentou.
Tatá considera que os brancos “não são animais para a gente comer”. Segundo ele, tanto os yawanawá quanto os kulina não são urubus para comer humanos mortos.
- Devem estar enganados ou mentindo quando dizem que os kulinas estão comendo os mortos. Não podemos comer uma pessoa igual a gente. Segundo os mais velhos, os povos que comiam seus mortos, só comiam seus próprios parentes. Eles não comiam os brancos. Eles diziam que os brancos era azedos e amargos. Por isso nunca comiam os brancos.
Estudiosos contestam a mídia
A ONG Survival International anunciou hoje que vários especialistas mundiais duvidam seriamente da autenticidade da cobertura dada pela mídia sobre o suposto canibalismo entre os kulina.
Donald Pollock, presidente do Departamento de Antropologia da Universidade Estatal de Nova Iorque em Buffalo, disse que os Kulina não tem história ou tradição de canibalismo, e expressaram aversão à idéia muitas vezes.
- Estou confiante que as acusações atuais serão refutadas como falsas quando forem completamente investigadas - acrescentou Pollock.
Domingos Silva, antropólogo da Universidade Federal de Santa Catarina, disse à Survival que os kulina, em toda a bibliografia que conhece, nos anos todos em que os estudou, na convivência que teve com eles no Alto Purus, ou na troca de informações com sertanistas experimentados da região, nunca deram qualquer sinal de prática canibalística.
Daniel Everett, presidente do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas de Universidade do Estado de Illinois, e autor do best-seller “Não Durma, Aqui tem Cobra”, trabalhou com todos os grupos da família Arawan, da qual fazem parte os kulina.
- Não conheço nenhuma prova de que os kulina ou qualquer outro grupo Arawan tenham alguma vez praticado canibalismo.
Segundo a ONG, a fonte das reportagens parece estar limitada ao prefeito de uma cidade próxima, que disse à polícia ter sido informado por um membro do povo de que o “ritual” teria acontecido.
- Fatos foram atribuídos aos índios sem ter sido feito um inquérito. Houve sim um pré-julgamento dos índios, parte de uma grande campanha de difamação que tem por detrás outros interesses - afirmou Ivar Busatto, coordenador da organização não-governamental OPAN, que há anos trabalha com os Kulina.
O depoimento do pajé Tata foi gravado, editado e traduzido pelo líder indígena Joaquim Tashka Yawanawá, que mantém o blog Yuxinawa sobre a vida de seu povo.
Novamente o óbvio: em quem irão acreditar?
Na palavra de um”PREFEITO” ou na dos índios?
É… a corda sempre arrebenta do lado mais fraco: índios!
Lastimo…
Comentário por Roberta — fevereiro 19, 2009 @ 4:53 pm
Caaaaara, que legal esse velho pajé =D! Assistam o vídeo, é muito bom! Reparem na cara de debochado, quase rindo, quando ele comentou que os brancos são azedos e amargos =D!!!
Mew, queria ter um amigo desses!!
Comentário por Hell — fevereiro 19, 2009 @ 5:08 pm
vou mandar o Jamildo Cacique fazer um captação
Comentário por Arnaldo Crispim — fevereiro 19, 2009 @ 5:10 pm
Ainda bem q meu pai falou a verdade, está mídia é muito oportunista
Comentário por Yumixina — fevereiro 19, 2009 @ 5:15 pm
Muito interessante abordar este assunto,
porque a maioria que fica presa nos seus apartamentos das grandes cidades, não sabe que indio é covarde mesmo, basta observar
que aparecem constatantemente corpos as margens de rios brasileiros,
como o araguaia na altura do estado do tocantins, cidades dentro de reservas indigenas são refens desses “inocentes”, que andam de caminhonetes e tem celular que “tira foto”.
De bobo só tem a cara e o andado!
Comentário por Firmino — fevereiro 19, 2009 @ 5:32 pm
A MIDIA MENTE DEMAIS
OS INDIGENAS APRENDERAM A MENTIR COM A FUNAI
EM QUEM VAMOS ACREDITAR?
TEM QUE DEIXAR A PF RESOLVER ESSE CASO
Comentário por jetro — fevereiro 19, 2009 @ 5:32 pm
cara trabalhei na regiao com garimpo a 17 anos atras sempre vi branco comendo indio……………………………….,nunca vi indio comendo branco.
Comentário por dill — fevereiro 19, 2009 @ 5:37 pm
Como sempre, em qualquer região do país atualmente… querem colocar culpa, e inventar histórias, só pra derrubar os mais fracos. Esse prefeito, deve ter terras perto ou tem interesse nas terras da aldeia…!
Comentário por Wal — fevereiro 19, 2009 @ 5:48 pm
“os brancos são azedos e amargos” ué como eles sabiam disso? será que os antigos indios experimentaram um galego?… he! he! Os indíos fazem muitas atrocidades e são acobertados por questões culturais….
Comentário por Bruno — fevereiro 19, 2009 @ 5:54 pm
Tem que comer sim!!! vamos todos comer uns aos outros, liberar geral.
Comentário por Edu Brasilia — fevereiro 19, 2009 @ 6:05 pm
Todo mundo sabe que as tribos canibais viviam apenas no litoral e já foram extintas faz muito tempo.
Entretanto, cometeram um assassinato e isso deve ser investigado.
Comentário por MARCIO — fevereiro 19, 2009 @ 6:08 pm
Comer gente é atrocidade aos olhos do ocidente. Etnocentrismo burro…
Comentário por Sui — fevereiro 19, 2009 @ 6:18 pm
Como assim arrebenta pro lado mais fraco? Não tem lado mais forte hoje no Brasil que os índios… fazem e acontecem e não sofrem nenhuma punição… O lado mais fraco é a vítima, que morreu… com dezenas de facadas… e os índios, já foram presos?
Como ainda tem gente que acredita no “bom selvagem” da literatura dos séculos passados? Meu Deus…
Comentário por Alvaro — fevereiro 19, 2009 @ 6:20 pm
Carne de branco dá indigestão e intoxica índio.
Comentário por André Oliveira — fevereiro 19, 2009 @ 6:51 pm
De qualquer forma os índios mataram um ser humano.
Não vão ser punidos por isso?
Ou seja, matar pode, comer não pode. Fala sério.
Ta faltando muita vergonha na cara desse povo.
Inclusive da mídia sensacionalista.
Comentário por Vagner — fevereiro 19, 2009 @ 7:33 pm
Tantas historia com pouca responsabilidade ,nos indios não temos os habitos de comer seres humanos mem mesmo de matar para ficar com as terras não temos o habito de tirar ouro pedras preciosas seguir passo da devastação temos nossos rituais mas e um exemplo para os branco caso um dia eles conheça realmente nosso poder de criar respeitamos nossos semelhantes pois neste plano temos o dever dividir tudo que tem no solo pois ele nos dão alimentação agua luz solar energia ,carne humana somente e comida nas cidades grandes pelos consumistas capitalista estes sim comem carne humana destroi as florestas mataram 1.500.000 (indios ) somenta na invasão de nosso territorio isto sim e canimbalismo …meu povo respeita outros povos mesmo quando não deveria…
Comentário por indio-carlos — fevereiro 19, 2009 @ 7:50 pm
Parabéns pelas suas colocações “Índio Carlos”, concordo plenamente.
E quanto a nós, que “aparentemente somos os brancos” será que somos mesmo?
Eu me orgulharia sim, caso descobrisse numa análise do meu DNA, que tenho sangue indígena, africano; além do que já sei….
E realmente, duvido que a “maioria dos brancos” brasileiros, também não tenham essa misturagerada pela miscigenação racial.
Que sangue puro que nada: somos todos misturados!
Comentário por Roberta — fevereiro 19, 2009 @ 8:30 pm
Bom, na palavra de um índio é que eu não vou acreditar. Se a palavra de um político não tem valor, pra mim a de um índio tem muito menos. Já era hora de largarem cocares e arcos e começarem a trabalhar pra se sustentar. Um pouco de civilização não faz mal a ninguém. Vide os índios norte-americanos, que são donos de 90% de todos os cassinos de Las Vegas e recentemente compraram a rede Hard Rock Café.
Vergonhoso um país em pleno séc. XXI ainda ter índios vivendo na idade da pedra em seu território, mas exigindo todas as regalias que podem conseguir.
Comentário por Rodrigo Dias — fevereiro 19, 2009 @ 8:57 pm
Eis que surge agora mais uma modalidade de genocídio,antes os assassinatos,a escravidão,as doenças do homem branco.
Hoje boatos infundados e levianos se ecarregam de exterminar com o ultimo sopro de descência de uma civilização que outrora já foi possuidora desse território.
Comentário por Paulo Ricardo da Silva — fevereiro 19, 2009 @ 9:00 pm
nossa o cocar dele é maraaa
Comentário por mauro david valentinny — fevereiro 19, 2009 @ 10:03 pm
que coisa não é pra cabar um fato desse.
Comentário por marcos — fevereiro 19, 2009 @ 10:12 pm
Miscigenado????? Com Índio????? Até poderia ter orgulho de uma coisa dessas se esses “índios brasileiros” fossem menos oportunistas… Conquistados??? Exterminados???? Há milhões de anos isso ocorreu entra os diferentes povos da humanidade. Até mesmo entre os índios, onde as tribos guerreavam entre si por terras, alimento, ou simples conquista expansionista. Agora, não entendo o porque desta gritaria com o que ocorreu no Brasil colonizado por Portugal e em algums partes pelo espanhóis. O Bom Selvagem da literatura não existe a muuuiiitttooo tempo. Deixemos a hipocrisia de lado e comecemos a tratar os índios como brasileiros. Com “deveres”.
Comentário por Luiz — fevereiro 19, 2009 @ 11:04 pm
deixem os indios em paz , pqp , temos tanta coisa pra se preocupar vamos logo dar atenção a quem ignoramos durante séculos??
poupem meus sensores auditivos de notícias tão mirabolantes , em volta de um povo que segue sua vida de acordo com o meio que foi criado….deixem os indios em paz
Comentário por alx — fevereiro 19, 2009 @ 11:06 pm
Trabalhei algum tempo lá , realmente eles não tem o habito de se alimentar de seres humanos brancos cristãos (CANIBALISMO) mas… quando estão em guerra é necessario comer o inimigo assim ingerem a sua alma e os tornas mais fortes, muita gente ligada a eles desmente o tal ritual e eles não vão dizer que é verdade , eu é que não volto mais lá.
Comentário por amarildo carlos decker — fevereiro 19, 2009 @ 11:32 pm
Só podia mesmo ser no Brasil!
Mas também, um país colonizado por bandidos e prostitutas (e o que é pior: portugueses!!!), todos nós somos mesmo meio filhos da puta, não??
Mas falando sério:
O que a nossa “comprometida” mídia deveria fazer, e não o faz, é denunciar as autoridades que alimentam o desmatamento desordenado e estimulam, elas sim, os já não mais selvagens indígenas, a comercializarem o pouco que lhes restou…
Na verdade, o “branco civilizado” e, como bem disse o inteligente cacique, os “carne azeda e amarga” (adorei isso!!) não servem nem mesmo p/ isso: de alimento. E acrescento mais, caríssimo cacique: a carne humana, NÃO IMPORTA QUAL RAÇA, NÃO é apreciada nem mesmo pelos URUBUS, tanta é a fedentina da carniça desse ser que se julga superior aos “selvagens”….
NÃO há bicho no mundo que consuma a carne humana, nem mesmo se bem temperada rsrsrs, e aposto que, quando os antigos índios, em seus rituais, de forma equivocada, acreditaram que comer os branquelos portugueses fosse lhes trazer ou transmitir algo especial, certamente verificaram, no péssimo e fétido sabor, que das carniças, tudo
Comentário por Ruth Sousa Dourado — fevereiro 20, 2009 @ 1:05 am
Adorei a colocação: “azedos e amargos”… show, show, show rsrsrs
Parabéns CACIQUE!
Isso serve p/ lembrar que carne humana não é sequer apreciada por aves de rapina, vulgo urubus.
Aliás, não há animal no mundo que consiga comer carne humana – não importa a raça – pois a talzinha fede tanto e é tão repugnante, que somente o ser vivo mais nojento a consome: o VERME….
Por isso, creio piamente que, mesmo no passado das tribos ainda não “civilizadas” por nós, pretensos humanos, quando estas intentaram comer a tal carne “azeda e amarga”, devem ter passado mal, vomitado, sofrido diarréia, febre altíssima, infecções de toda espécie etc., etc., etc., que, pensaram: essa carne fétida e nojenta jamais “tornaria nossas almas mais fortes”, como afirmado acima…
Na verdade, devemos considerar que os índios viviam muitíssimo bem no Brasil sem os tais branquelos “azedos e amargos” (adorei isso rsrsrs) e que desde a “colonização” se julgaram no direito de “civilizar” o “selvagem” que foi o único a se rebelar (já que os negros aceitaram a escravidão), e por isso pagou preço alto: sua dizimação; fosse pelas mortes covardes de seu homens, fosse pelo estupro e outras violências contra suas mulheres.
Também é verdade que os branquelos “azedos e amargos”, ditos “civilizados”, aqui chegaram na condição de bandidos (degredados) e prostitutas, o que explica porque somos todos um bando de filhos da puta – com todo respeito ao sangue negro que carregamos…
Por isso, antes de falarem que os índios são oportunistas e falsas vítimas, preguiçosos etc., etc., etc., devemos assumir nossa meia culpa na questão: COMO FILHOS DE PUTAS E BANDIDOS (portugueses, o que é pior!!!!!!!!! Bem que poderia ser de japoneses, russos, árabes, gregos…) QUE SOMOS, desde a violenta invasão destas terras, devemos admitir que, exatamente por essa e mediante essa origem imunda, os “civilizamos”….
De fato, nosso mal exemplo de conduta – social, moral, religiosa etc., etc., etc., - serviu de MODELO a essas criaturas que, inteligentemente – ainda que tardiamente – aprenderam a tirar, sim, proveito dessa condição de “incapazes”, de “selvagens”, enfim, dessa condição de hipossuficientes perante a sociedade “azeda e amarga” que agora, sem qualquer lastro, quer cobrar o que NUNCA DEU: BOM, EXEMPLO DE NADA!!!
Aproveitando então, da “frágil” condição legal em que vivem, eles têm mais é que vender, e caro, suas terras, suas árvores, seu ouro, seu diamante, enfim, sua riqueza, tal e qual fizeram seus colonizadores “azedos e amargos” desde que aqui chegaram, e que ainda continuam c/ as mesmas práticas – ou alguém duvida disso????
Paremos, pois, c/ essa hipocrisia e façamos o que manda a lei: morreu alguém? Investiguem, busquem a autoria e punam na forma prevista em nossa respeitada legislação….
Pode apostar que essa invenção de que índios estão comendo carne “azeda e amarga”, nos dias atuais, NÃO COLA, Sr. Prefeito! Conta outra tá???
E à pessoa acima que disse que no Araguaia essa prática ocorre ou que índios ali cometem atrocidades contra os “indefesos” branquinhos “azedos e amargos”, isso é tão vergonhosamente mentiroso, que me obrigo a esclarecer a esse(a) alienado(a), o seguinte: sou paraense e cresci em São Félix do Araguaia, onde, à época (1968-1977), aliás, eu, como tantas outras crianças, brincávamos freqüentemente c/ indígenas no meio da mata (Xingu) e nunca fomos sequer ameaçados de morte por eles…. Os carajás sempre foram e são povos pacíficos…. Quem duvidar, que vá lá conhecê-los…
O que se deve considerar, inobstante, é que o povo ali NÃO é idiota como se pensa: se mexer, leva troco, e isso, me desculpem, é auto-defesa, no que eu concordo plenamente…
Portanto, se o jovem rapaz “branco azedo e amargo” foi morto de forma atroz, Tal NÃO ocorreu de forma gratuita, seja em relação aos indígenas, seja em relação aos branquelos c/ interesse naquelas áreas…
A investigação policial – diga-se, e não da mídia – deve ser feita c/ lisura e transparência, e não, subsidiada nos efeitos danosos e maléficos criados pela “comprometida” mídia nacional/local.
Aproveitar-se da condição indígena p/ vender notícia é muita covardia e falta de competência….
Alguém acima afirmou, antes mesmo de a polícia chegar a essa conclusão técnica/material, de que o rapaz foi morto pelos índios…. é assim que se forma e manipula opiniões nesse país…
E, caso seja verdade que foram os indígenas que mataram o tal rapaz “azedo e amargo”, alguém já se perguntou se ele, por acaso, não tentou violentar jovens índias, ou mesmo praticou outra conduta por eles recriminada??? Se o fez, morrer foi pouco!!!!
Lembrem-se que índios não são manés e nem são idiotas; são oportunistas mesmo, pois aprenderam isso muito bem c/ seus branquelos “azedos e amargos”; e é p/ esses últimos que eles, “selvagens”, vendem seus artefatos, suas riquezas etc., etc., pois são por seus “civilizadores” cooptados a essas práticas…
Parabéns ao CACIQUE pela manifestação em nome de sua gente – último resquício de decência nesse paisinho. Tá bonito na foto, no vídeo e dane-se os covardes que dele e dos outros têm medo e que só falam mal, assim, à distância rsrsrsrs. Aliás, quem não deve, não treme, não é????
Ah, por acaso, sou militar rr; professora; publicitária e advogada criminalista, caso alguém queira contestar-me. Fique bem à vontade….
Att.,
Ruth Dourado - Cuiabá-MT
Comentário por Ruth Sousa Dourado — fevereiro 20, 2009 @ 2:04 am
Tem que pegar esse “prefeito” safado, mentiroso e dar vários tiros na cabeça dele, esse corrupto sem- vergonha.
Comentário por João — fevereiro 20, 2009 @ 2:41 am
Os verdadeiros brasileiros são os que nasce em território brasileiro ou optam pela nacionalidade, com direitos e responsabilidades iguais, independente da origem antepassadas, sejam: indígenas, africanos, asiáticos ou europeus. Os índios guerreavam, exterminavam outras etnias e escravizavam.No Brasil, a escravidão começou com os índios. Os índios escravizavam prisioneiros de guerra muito antes da chegada dos portugueses; depois da sua chegada os índios passaram a comerciar seus prisioneiros com os europeus. Os Paises foram formados por acordos e coações. Os conflitos mundiais são praticados por grupos fortalecidos e governos, com ganâncias de poder e riquezas. Ou se tem um projeto para exploração das riquezas para o fortalecimento da Nação Brasileira ou veremos somente em livros de historia do que foi projeto de formação de uma Nação Soberana.
Desde os primórdios da humanidade houve violência entre grupos humanos, mas só na era moderna essa violência passou a ser justificada por uma ideologia racista. De fato, nas civilizações antigas não são encontradas evidências inequívocas da existência de racismo (que não deve ser confundido com rivalidade entre comunidades). É certo que havia escravidão na Grécia, em Roma, no mundo árabe e em outras regiões. Mas os escravos eram geralmente prisioneiros de guerra e não havia a idéia de que fossem “naturalmente” inferiores aos seus senhores. A escravidão era mais conjuntural que estrutural - se o resultado da guerra tivesse sido outro, os papéis de senhor e escravo estariam invertidos.- Sérgio Pena “Humanidade Sem Raças?”.
Comentário por J. Batista — agosto 13, 2009 @ 10:45 am