Terra Magazine

dezembro 19, 2008

“O extrativismo florestal no Acre está falido”

Altino Machado às 3:53 am

Derci Teles de Carvalho, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, é alijada da “Semana Chico Mendes” por fazer avaliação crítica dos 20 anos após assassinato do seringueiro

presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais

Derci Teles de Carvalho: presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais

A recondução de Derci Teles de Carvalho à presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri foi o fato mais marcante da organização desde que Chico Mendes foi assassinado com um tiro de espingarda há 20 anos.

Contrariando a hegemonia política do PT e do governo  estadual, a ex-militante petista, agora filiada ao PV, conduz há dois anos e seis meses o sindicato que é tão famoso quanto o nome do seringueiro que o presidia quando tombou vítima de uma emboscada em sua própria casa.

Quando presidiu o sindicato pela primeira vez (1981-1982), antes mesmo de Chico Mendes, Derci Teles de Carvalho se tornou a primeira mulher no país a dirigir uma organização de trabalhadores rurais.

Na quarta-feira, dois dias após a abertura da Semana Chico Mendes, organizada no Acre para marcar os 20 anos da morte do seringueiro de Xapuri, a presidente do sindicato surpreendeu ao distribuir uma nota criticando a programação quando está em curso operação do Ibama para expulsar ocupantes ilegais da Reserva Extrativista Chico Mendes.

Contrariando apelos de Anselmo Forneck, gerente do Ibama no Acre, Derci Carvalho distribuiu a nota para lembrar que, após dezoito anos de criação da reserva, não existe política para que os seringueiros possam viver com dignidade exclusivamente da produção extrativista.

- A pecuária só se expandiu dentro da reserva extrativista por falta dessa alternativa de geração de renda. O extratitvismo florestal no Acre está falido - afirma Derci  Carvalho com exclusividade ao Blog da Amazônia.

Por causa de manifestações críticas como essa, a entidade da ex-companheira de lutas de Chico Mendes foi alijada de todos os eventos organizados no Estado para marcar os 20 anos do assassinato do seringueiro.

Leia a entrevista:

Não é contraditório que o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri, 20 anos após o assassinato de Chico Mendes, defenda a pecuária em reserva extrativista como uma atividade necessária para complementar a renda de seus ocupantes?

Não é uma contradição porque não existe outro produto dentro da reserva extrativisa que nos garanta geração de renda com o mesmo potencial que a pecuária garante hoje. A pecuária só se expandiu dentro da reserva extrativista por falta dessa alternativa de geração de renda. O extratitvismo florestal no Acre está falido. Eu desafio ex-seringueiros, que hoje defendem o extrativismo, a voltarem a vender um quilo de borracha para a fábrica de preservativos Natex, em Xapuri, por R$ 4,10. A média que o seringueiro produz no decorrer de 30 dias é 100 quilos de borracha, que equivalem a R$ 410,00. Isso é dinheiro? É inferior ao salário mínimo. Todo mundo sabe que o salário mínimo não é suficiente para uma família, em média, de quatro pessoas.

Estando falido o extrativismo….

A pecuária substituitu a borracha natural. E por ser a pecuária a atividade secundária, depois do seringal tradicional, qual foi a atividade que veio para o estado e que foi estimulada pelos governos? Foi a pecuária.

Inclusive pelo “governo da floresta”?

Eu não diria pelo “governo da floresta” porque não houve nenhum financiamento para a pecuária de corte. Assim como o Anselmo Forneck, gerente do Ibama, quer que eu assuma o que a diretoria anterior fez, assinando um documento que pediu a operação Reserva Legal, o governo estadual deve assumir que houve investimentos no passado que estimulou a pecuária. Em função dessa deficiência de políticas, ela ganhou espaço nos seringais. Onde existia colocação de seringa hoje existem grandes pastagens porque o boi é o único produto do setor rural que garante uma geração de renda imediata. Ninguém necessita dispor de ramal com boa trafegabilidade, nem mesmo carro, nem mesmo sair de casa para vender esse produto porque os compradores vêm à procura.

Essa é uma alternativa?

Até o momento é porque não existe outra. A fábrica de preservativos, até junho deste ano, demorava até quatro meses para efetuar o pagamento de compras de borracha. Então a pessoa que estava entregando látex e passava dois meses sem receber, passava por dificuldades em todos os sentidos, chegando a faltar até os principais produtos, como o sal. Fiz um ofício para a gerente da fábrica e ela disse que desconhecia essa situação. Daí convidei-a para ir comigo até a área para ver as pessoas que tinham me contado essa história, mas ela não aceitou.

O sindicato afirma que não acompanhou o plano de utilização da reserva Chico Mendes.

Está tendo alguns equívocos no entendimento da nota. Critico a operação Reserva Legal porque o plano de utilização, no seu item 54, diz que os sindicatos, associações e o próprio Ibama são os fiscais da reserva extrativista. Estou há dois anos e seis meses à frente deste sindicato e assumo que nunca fiz trabalho educativo neste sentido, de explicar plano de utilização. Até porque a reserva já existe há 18 anos e isso já era para ter acontecido. Após essa educação em relação ao plano, os infratores devem ser advertidos por escrito e ter um prazo para se adequar ao regulamento da reserva. As pessoas que têm procurado o sindicato, nenhuma dispõe desse documento de advertência.

O Ibama tem dito que havia consenso sobre a retirada dos ocupantes ilegais.

Essa reunião aconteceu em 2005. Eu não estava na direção do sindicato e se estivesse não assinaria sem que essas considerações que faço agora acontecessem.

É verdade que existem comerciantes proprietários de áreas dentro da reserva extrativista  e até mesmo um haras?

É verdade.

É verdade que um funcionário do Ibama é pretenso proprietário de uma área?

Não posso dizer com precisão porque é uma área que não conheço. Mas existem comentários de quem tem funcionário do Ibama na área da Maloca. Não posso afirmar porque estive lá. Mas existem funcionários públicos e pessoas especulando terra. Isso aconteceu porque não houve a fiscalização, não houve a identificação da área. Isso ficou provado durante nossa assembléia nesta semana com o gerente do Ibama e com o representante do Instituto Chico Mendes. As pessoas só tomaram conhecimento de que estavam dentro de uma reserva extrativista a partir de 2006, quando o Ibama instalou placas.

Mas a reserva extrativista era uma reivindicação dos seringueiros e todos sabiam que não poderiam causar danos ambientais.

O problema é que essas discussões, nos últimos 20 anos, ocorreram entre as representações, que muitas vezes não têm contato com a base. Portanto, a representação negocia o que ela pensa. Em hipótese alguma, posso dizer que o que estou dizendo nesta entrevista seja a opinião da base do sindicato. Estou falando como presidente do sindicato. Como cidadã também assumiria a mesma posição, mas não comprometeria ninguém porque não fiz uma discussão com a base desse sindicato para emitir essa minha opinião. O que acontece é que existem pessoas que nem em Xapuri moram mais, mas ficam posando de representantes sem ter esse elo com os trabalhadores rurais da região.

Você acha que a conquista do poder trouxe prejuízos para o movimento social?

Eu não acho. Eu tenho certeza. O sindicato está praticamente falido. Ele é visto só como uma entidade para conceder declarações para acessar financiamentos do banco, benefícios no INSS. Muitas vezes a pessoa só se filia porque necessita dessa declaração e só volta aqui quando necessita de outra declaração.

E a cooptação política?

É um fator que contribuiu para essa situação. Os dirigentes que atuavam junto com Chico Mendes hoje prestam serviços remunerados pelo governo. Em hipótese nenhuma vão poder se contrapor ao seu patrão. A verdade é essa.

Você se sente pressionada ou discriminada?

Pressionada eu não me sinto porque fiz parte do início da história desse movimento. Conheço a história do princípio até os dias atuais. Ninguém pode me pressionar. É tanto que o que falo aqui falo em qualquer lugar. O que um ou outro faz é dizer indiretamente que estou defendendo fazendeiros, mas isso não é verdade. A verdade é que existem seringueiros que ampliaram a sua pecuária em função da falta de alternativa de geração de renda. Todo mundo fala que existe, por exemplo, óleo de copaíba e preço mínimo. Mas ninguém sabe onde é que se vende copaíba. Em Xapuri não tem lugar para vender esse tipo de produto. Desconheço que haja também em Rio Branco. A reserva extrativista tem um objetivo definido. Eu participei da discussão inicial, durante o primeiro encontro nacional dos seringueiros, que aconteceu em Brasília, em 1985. A gente entendia reserva extrativista como um lugar aonde os seringueiros iriam continuar vivendo como viviam até aquela época, quando o extrativismo era valorizado. As cooperativas das associações foram criadas para substituir os patrões e os marreteiros.

Como foi o seu convívio com Chico Mendes?

Convivi com o Chico nessa luta de política sindical até 1985, inclusive fui presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri antes dele. Mas a verdade é que existe muita contradição no que é dito hoje como sendo a visão do Chico Mendes. Recentemente, assisti a uma entrevista do Chico, gravada em 1988, onde ele diz que via a reserva extrativista como a alternativa de sobrevivência com dignidade para os seringueiros. Isso se daria a partir de pesquisas feitas por universidades, que legitimassem para o mercado uma série de produtos que existentes dentro da floresta.

Voce acha que Chico Mendes estaria enfrentando dificuldade para consolidar o discurso dele se estivesse vivo no “governo da floresta”?

Com certeza.

Por que?

Porque os integrantes do governo têm conhecimento do que o Chico Mendes defendia. E a prática do governo está sendo o contrário daquilo que o Chico Mendes pregava. A gente ver muito, por exemplo, investimento na área da exploracão madeireira, não nada na exploração de produtos extrativistas sustentáveis. A madeira exploração madeireira no Acre não é sustentável. Ela só seria sustentável se a madeira estivesse sendo retirado e sendo reflorestas as áreas de exploração. Por enquanto, não está sendo feito isso. Existe um projeto, uma possibilidade disso ser feito. Mas até os dias atuais o projeto de reflorestamento ainda está em discussão.

Você tem participado da programacão que marca os 20 anos da morte de Chico Mendes?

Não. O governo estadual e o Comitê Chico Mendes decidiram nos alijar de todos os eventos porque costumamos fazer uma avaliação crítica do que representa esses 20 anos sem Chico Mendes. A gente fica triste com a falta de cortesia e a pobreza de espírito, mas esse incômodo não tem força de nos fazer desistir daquilo que nos propusemos. Quando decidi voltar para o sindicato foi para contribuir com esses questionamentos que se fazem tão necessários. Vou questioná-los e incomodá-los ainda mais.

Como lida com o governador Binho Marques, com o ex-governador Jorge Viana e com a senadora Marina Silva?

Não tenho nenhuma relação próxima com eles. Acredito que os governos, tanto do Jorge Viana quanto do Binho, fizeram algumas transformações significativas no Estado, principalmente em Rio Branco, a capital. Para o setor rural permanece a dívida, principalmente na área do extrativismo, que não tem ainda uma alternativa que garanta a subsistência com dignidade sonhada por Chico Mendes. Ninguém vive no mundo só pela alimentação, principalmente o ser humano. A gente tem vaidade e o que nos faz manter vivos e felizes é sonhar que o amanhã possa ser melhor. E esse amanhã só poderá ser melhor se a gente tiver a esperança de que vai ter uma geração de renda.

SEMANA CHICO MENDES

Xapuri está se preparando para receber os convidados do governo do Acre e do Comitê Chico Mendes. Nos últimos dois dias, a igreja e o meio-fio estão sendo pintados, debastado o matagal que invade as ruas e os buracos e esgotos a céu aberto sinalizados com vistosos tapumes.

Na BR-317, a placa indica a Estrada da Borracha que dá acesso a Xapuri; ao fundo, outdoor do "governo da floresta" com a mensagem "Chico Mendes Vive!"

Tapumes foram instalados na rua que leva à casa ao fundo, onde Chico Mendes viveu e foi assassinado no dia 22 de dezembro de 1988

Detalhe do buraco e do tapume

Tapume esconde esgoto a céu aberto a 20 metros da casa onde viveu Chico Mendes

Tapume oculta parcialmente um esgoto a céu aberto a 20 metros de distância da Casa de Chico Mendes, que foi tombada como patrimônio nacional

A casa de Chico Mendes

A casa de Chico Mendes

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14 Comentários »

  1. A demagogia esta sendo desmascarada!
    O mesmo discurso esta sendo imposto ao pantanal, com essa balela de pecuaria extrativista, o sistema esta falido, todos pantaneiros sabem disso.

    Comentário por Neuro Bulhoes de Almeida — dezembro 19, 2008 @ 9:39 am

  2. Gostei desta entrevista e queria parabenizar, pela coragem, porque a maioria dos dirigentes so fala mas ñ tem esta mesma coragem, por que a realidade de toda as areas rurais e muito pior, e muito se diz para enganar a população, mas a realidade no estado e muito pior do que esta sendo mostrada, pena que a impresa deste estado vendida para o poder publico em todo o pais e esta realidade do estado ja mais sera mostrada a população do estado e do mundo…

    senhores da imprensa senjam corajosos e investigue esta denucias ao povo e ao mundo…

    parabem pela sua coragem…

    Comentário por ANTONIO — dezembro 19, 2008 @ 9:39 am

  3. parabém a essa mulher corajosa.
    Sou d Rondônia Porto velho, e vimos muito dessas ilusãoes propaladas de modelo extrativista. Sou Engeiro Florestal e todos nós profissionais da área rural sabemos que o uso da terra deve ser multiplo não pode deprnder de uma única atividade econômica. As reserva extrativistas sem apoio e forte investimento publico serão zoológicos humanos. Precisamos rever os conceitos de reservas extrativistas e outros modelos de uso das áreas na região, mas sob a ótica do mundo real, sem fantasias e e ilusões de aproveitadores que se locupletam com o sofrimento dos povos da floresta.

    Comentário por ubiratan — dezembro 19, 2008 @ 10:26 am

  4. O movimento ambientalista tem essa mania de não olhar para as fissuras no seu paradigma. Perde. Muito dos credos do movimento são razoáveis, mas muita coisa é porralouquice e eles não são capazes de fazer distinção entre os dois.
    Essa entrevista expões uma dessas fissuras.
    Um pouquino de ceticismos é capaz de mostrar que essa fissura é um abismo.
    Há ciência sobre a economia do extratismo que explica claramente as razões por tras dos fatos descritos pela Sra. Derci. Vide os trabalhos do Prof. Alfredo Homma ou do Sven Wunder, do Cifor. É obvio. Só não vê quem usa a venda das preconcpções e a do movimento ambientalista é enorme.

    Prezado Altino,
    Tenho também um blog na net onde tendo jogar luz sobre outra dessas fissuras. Posso replicar seu post ?
    O blog é http://www.cirosiqueira.blogspot.com

    Abraço,
    Ciro Siqueira

    Comentário por Ciro Siqueira — dezembro 20, 2008 @ 6:48 pm

  5. Ola caro Altino,
    Em primeiro lugar quero parabenizar Derci Teles, aquem tenho o maior respeito, pela coragem da entrevista, depois, conhecendo o Chico como conheci, ele tambem estaria fazendo este mesmo comentario e os mesmos questionamentos, até mesmo pela enorme contradição entre o discurso e a pratica, basta saber quem é o vice prefeito eleito em Xapuri na chapa do pt, um grande latifundiario e pecuarista.

    Julio N. Lima
    pos-graduado em direito previdenciario

    Comentário por Julio Nicacio — dezembro 21, 2008 @ 9:13 pm

  6. A entrevista foi maravilhosa, mas devo ressaltar que no país como o Brasil quem mata não é punido mesmo sendo um senhor de idade deveria estar preso pagando! Acho que ainda existe consentimento oque não deveria, uma causa que foi varrida e o brasileiro se esqueceu dando lugar a desmatamentos e devastações e hoje não ligamos!
    Ele não é um martir, ele é um ceifador da moralidade dignidade e do bem a humanidade, será lembrado como assassino inescrupuloso, vingativo perco esperença a cada dia que vejo nossa mata ir embora como foi a mata atlantica se sou brasileiro ? sou com muito desgosto
    agora sera que essa entrevista vai trazer algum bem para a amazonia?

    Comentário por marko — dezembro 22, 2008 @ 8:22 am

  7. Bom dia a todos, comparo a entrevista do fazendeiro com a enterevista do Fernandinho Beira-mar. Ambos se dizem inocentes e vitimas da constituíção. Na real as vitimas são todos os cidadãos do Brasil. A constituição favorece os criminosos. Deve sim existir pena de morte mas pena que não depende de mim. Se trodos os brasileiros se unisem para acabar com os desmandos, não terimos tantas cadeias lotadas. A pior orgão que existe é o de Direitos Humanos: só presta para defender bandidos como este fazendeiro. Que venha apena de morte no Brasil.

    Comentário por Angelo de Oliveira Filho — dezembro 22, 2008 @ 8:31 am

  8. Lamentavelmente os pseudo esquerdistas deste país se utilizam das mesmas práticas dos antigos ditadores: usam as pessoas mais simples para alcançarem seus objetivos políticos torpes; utilizam da memória do Chico; se utilizam da família do Chico para se sustentarem no poder a qualquer preço, criamdo lendas a respeito do seringueiro morto a vinte anos. Taí as palavras da presidente do sindicato do trabalhadores rurais de Xapuri para comprovar o que todo mundo já sabe e eles tentam esconder: o extrativismo no Acre está falido, não tem futuro. Tentam tapar o sol com a peneira para enganar o povo brasileiro perpetuando uma lenda, apenas uma lenda que dita mil vezes e explorada mil vezes pela imprensa se tornou verdade absoluta. Não pra mim, que nunca acreditei nisso e nem nesses políticos aproveitadores de situação como temos hoje e já tínhamos naquela época.

    Comentário por gilcesare — dezembro 22, 2008 @ 9:14 am

  9. DEPOIS DE UNAI……Tudo é possível neste infeliz BRASIL

    Comentário por Darc y do Couto — dezembro 22, 2008 @ 9:36 am

  10. O Ibama é podre em suas entranhas. Na década de setenta vivi na região do marajó onde o extrativismo chegou com força destruidora.Naquela época já existiam as placas anunciando projetos de reflorestamento na região, aprovados pelo IBAMA.Mentira. Nenhum projeto foi efetivamente implantado e todas as empresas receberam benefícios (Financiamentos do Governo). Caso não acreditem, a região do Município de Breves está lá para contar a historia.

    Comentário por Antonio Lauro Gama da Costa — dezembro 22, 2008 @ 9:52 am

  11. Oi DERCi,
    Lí sua entrevista e fuqei emocionado lembrando do tempo que você, ainda mocinha, lutava como gente grande na lida diária da colocação PImenteira e mesmo assim arrajnava tempo para participar das reuniões do sindicato.
    Hoje, lendo sua entrevista eu reconheço a mesma clareza de propósitos que via em Chico Mendes no início dos anos 80.
    Você é um exemplo de que “CHICO MENDES VIVE”

    Comentário por Valdecir Nicacio Lima — dezembro 22, 2008 @ 10:11 am

  12. “Oi DERCi, Lí sua entrevista e fuqei emocionado lembrando do tempo que você, ainda mocinha, lutava como gente grande na lida diária da colocação PImenteira e mesmo assim arrajnava tempo para participar das reuniões do sindicato. Hoje, lendo sua entrevista eu reconheço a mesma clareza de propósitos que via em Chico Mendes no início dos anos 80. Você é um exemplo de que “CHICO MENDES VIVE” Comentário por Valdecir Nicacio Lima — dezembro 22, 2008 @ 10:11 am”
    OLHA MEUS AMIGOS TODOS AÍ!!! Prezado Altino, esse pessoal sabe o que fala! Por favor, me ajude a contatá-los novamente. Grato

    Comentário por Eugênio J C Rosa - Goiânia — fevereiro 16, 2009 @ 3:48 pm

  13. boa tarde! por favor me ajude a denuciar ELIANE BATISTA pois ela está desmatando uma ilha na barragem da farinha na cidade de patos na paraiba;para fazer uma área de lazer.os pescadores estão todos revoltados.o que devo fazer e quem devo procurar e onde?por favor preciso de um bom réporter.

    Comentário por ivanilda de sousa santos — maio 19, 2009 @ 1:57 pm

  14. Parabéns a essa valente mulher que se opos aos politicos Acreanos, politica essa que mais parece uma ditadura, mascarando-se em idéias como a de Chico Mendes. Faço um apelo aos meios de comunicação desse país para que façam um levantamento do desmatamento sustentável, pra ver se estão reflorestando alguma coisa, só não solicitem apoio ao governo, porque em propaganda eles são numero 1 no país, e ocultariam tudo na nossa valorosa imprensa.

    Comentário por Rangel — maio 31, 2009 @ 3:08 pm

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